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A Cozinha da Alice – Espaguete com creme de aspargos e amêndoas tostadas

Apesar de pesquisar muito o universo gastronômico funcional, eu tenho que admitir: Sou uma viciada em glúten. Das graves. Pão no café, macarrão no almoço, e bobeando até no jantar… Deve ser essa ancestralidade italiana galopante. Vinho, azeite, parmesão bem curado. É um vício daqueles que fala bem alto e gesticula muito. Quero todas essas coisas, todos os dias. E se por um acaso eu me convenço a fazer dieta, dois dias de abstinência já me fazem virar um ser humano de mal com a vida. As mãos suam, os olhos ardem, as pernas tremem. Mas cá pra nós, que vício mais delicioso! Será que tem cura?

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Salada de Pipoca de Arroz Vermelho

Já falamos de pipoca de arroz por aquiFoi uma maravilha ter ido ao jantar daquele dia, porque me lembrei de uma receita que a tempos eu tinha esquecido, e isso é um presente! Achar uma receita perdida que nem lembrava que você amava tanto, é como achar um brinquedo da infância. Algumas sei que nunca vou achar, foram direto pro Triangulo das Bermudas das receitas. Como uma tal panqueca de manjericão que fiz a anos e os amigos me cobram até hoje, mas não me lembro sequer de um único ingrediente, por ter inventado tudo na hora e não ter anotado nada. Paciência.

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Vinho e Mesa :: Espumante para as comidinhas e aperitivos improvisados

Uma entradinha elaborada com alguns ingredientes que estavam “sobrando” na geladeira.
Entre amigos eu sempre digo que espumante vai bem até com arame farpado! Um exagero só pra realçar o que penso sobre as harmonizações possíveis com essas delícias borbulhantes, que vão bem com quase tudo, de comidas gordurosas a sushi, de saladas de folhas até sobremesas.
Claro que as harmonizações ficarão melhores se você seguir algumas regrinhas. Mas o intuito dessa coluna é simplificar, é realçar que aqueles petiscos de boteco ou aqueles que você faz em casa com alguns ingredientes que estão sobrando na geladeira se dão muito bem com os espumantes, principalmente os secos (brut) que não competirão com a maioria dos ingredientes.
Quando pensava sobre o tema de hoje falei com a Érika, minha esposa, que disse: “tem aspargos na geladeira, precisamos usar”. Aspargo está na lista dos ingredientes de difícil harmonização, principalmente se o vinho for tinto, porque costuma deixar na boca uma sensação metálica. Então, um espumante seria uma saída segura para essa combinação. Ela completou: “vou fazer uma entrada com aspargos, tomate e gorgonzola”. Ótimo, pensei. Um ingrediente difícil, um ácido e um salgado. Ótima chance de mostrar o potencial de harmonização para os espumantes.
E por que isso acontece? Porque os vinhos espumantes têm aquelas bolhinhas que na verdade são fruto de uma segunda fermentação realizada (na própria garrafa ou em tanques de inox), formadas por gás carbônico que se desprende do líquido. Essas bolhinhas são responsáveis por “limpar a boca” quando bebemos com comida. Além disso, os espumantes têm normalmente uma boa acidez, especialmente os secos ou extra-secos, que combate bem a gordura e dá sensação de frescor.
Para acompanhar a entrada que a Érika fez escolhi um espumante brut de um dos ótimos produtores brasileiros, a Cave Geisse, fundada em 1978 pelo enólogo chileno Mario Geisse, responsável pelos vinhos da conhecida vinícola Casa Silva. Nas terras de Pinto Bandeira, distrito de Bento Gonçalves, Geisse encontrou o terroir ideal para elaborar seus espumantes premiados e de bom preço.
Espumante brut branco, elaborado com uva tinta. É o que chamamos Blanc de Noir.
Esse espumante é um

Blanc de Noir

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